Pois é ... e não vem mesmo. Por isso que cada mulher precisa criar seu próprio jeito de ser mãe.
Olhando alguns perfis vejo centenas de mães perguntando a aquelas que elas supõem ter um saber “como você faz pra dar papinha? Como vc faz pra ele dormir a noite toda? Qual marca do produto x você usa?”. Como se fosse possível ter este saber pronto e aplicar sobre o próprio filho.
Não é que não se possa perguntar. Isso é algo do ser humano ... estamos sempre desesperados para que o outro nos diga o que fazer. Afinal, uma mãe pede ajuda a sua própria mãe, escuta o que o médico tem a dizer, busca informações. Mas estejam advertidas que ao final a escolha sobre o que fazer e o modo que irá ser feito é muito único.
Os filhos não vem com manual. É preciso criar, inventar e apostar na maternidade.
Minha mãe dizia que eu não vim com manual
Pois é ... e não vem mesmo. Por isso que cada mulher precisa criar seu próprio jeito de ser mãe.
Tayara B. Tomio
Publicado em 11/09/2020
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Sobre o nosso aprendizado
Por esses dias estava lendo um texto para um grupo de estudo que participo. Estamos discutindo a constituição psíquica e o texto era sobre real, simbólico e imaginário. Esse material é resultado de um seminário que aconteceu em minha cidade há mais de um ano e do qual eu participei. Foram quatro dias de muito aprendizado, mas também recordo que conforme o palestrante avançava, para mim, ficava difícil acompanhar.
Sobre a montagem perversa
Em 1963, Hannah Arendt publicou a obra Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. O que ela pretendia que fosse uma mera exposição do julgamento do nazista Adolf K. Eichmann em Jerusalém, converteu-se em uma imensa controvérsia política e moral, a qual acabou por definir a produção filosófica da autora até sua morte, em 1975.