Insurgindo-se contra a rigidez dos pensamentos pós-estruturalistas, que anunciam a "morte do sujeito", o autor explora o significado do "tornar-se sujeito", desvelando noções centrais como: o Outro, objeto a, inconsciente estruturado como linguagem, alienação e separação, metáfora paterna e diferença sexual.
O sujeito lacaniano: entre a linguagem e o gozo
Insurgindo-se contra a rigidez dos pensamentos pós-estruturalistas, que anunciam a "morte do sujeito", o autor explora o significado do "tornar-se sujeito", desvelando noções centrais como: o Outro, objeto a, inconsciente estruturado como linguagem, alienação e separação, metáfora paterna e diferença sexual.
Tayara B. Tomio
Publicado em 05/11/2020

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O grafo do desejo
Este livro reúne as aulas proferidas no curso de pós-graduação “O grafo do desejo e a clínica psicanalítica”, realizado no ano de 1993 na Faculdade de Psicologia da Universidade de Buenos Aires (UBA), no “Programa de atualização em psicanálise lacaniana”, sob direção da Dra. Diana Silvia Rabinovich.
O desenlace de uma análise
Como termina uma análise? Quase um século depois das primeiras descobertas de Freud, a incerteza teórica ainda paira sobre esta questão.