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O sujeito lacaniano: entre a linguagem e o gozo

Insurgindo-se contra a rigidez dos pensamentos pós-estruturalistas, que anunciam a "morte do sujeito", o autor explora o significado do "tornar-se sujeito", desvelando noções centrais como: o Outro, objeto a, inconsciente estruturado como linguagem, alienação e separação, metáfora paterna e diferença sexual.

Tayara B. Tomio Publicado em 05/11/2020

Insurgindo-se contra a rigidez dos pensamentos pós-estruturalistas, que anunciam a "morte do sujeito", o autor explora o significado do "tornar-se sujeito", desvelando noções centrais como: o Outro, objeto a, inconsciente estruturado como linguagem, alienação e separação, metáfora paterna e diferença sexual.

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Lacan e a Formação do Psicanalista

Quando alguém fala a um psicanalista confessa ou confia o seu sofrimento? Este, ao escutar aquele que lhe dirige a palavra, deve lembrar ou esquecer do que aprendeu em sua própria análise? A capacidade de redescobrir a própria fala se mantém ou se perde ao longo da vida?

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