Esses dias eu vi um post por aqui que me fez pensar algumas coisas. Estavam tirando sarro da geração dos anos 90 que nunca usou os adesivos que vinham no caderno. Admito que era dessa turma: ficava aguardando o momento certo, a página especial ... no fim nunca chegou e por esses dias vi cadernos antigos com adesivos intactos.
Daí fiquei pensando nas regras que a gente cria pra gente mesmo. Pensei nas regras bobas, mas que em grande escala nos causam estragos. Eu gosto de usar um caderno até o final, também quero folhas “perfeitas” o que significa que arranco muitas páginas que considero feias. Também me obrigo a responder todos no WhatsApp, além de outras regrinhas no meu dia a dia.
As vezes me pego pensando nessas regras que criamos e que são difíceis de abrir mão. E servem pra que? Ajudam na organização, ok ... mas e quando nos sentimos culpados por não cumprir algo? O mesmo que dita a regra é aquele que se pune. Carrasco e vítima na mesma pessoa.
Enfim, só alguns pensamentos pra gente refletir. Como vocês lidam com isso? Criam as regras? Quebram as regras? Não se preocupem, não quero aqui dizer o que é certo ou errado, quero apenas que a gente pense sobre os caminhos que escolhemos.
Sobre as regras que a gente cria
Esses dias eu vi um post por aqui que me fez pensar algumas coisas. Estavam tirando sarro da geração dos anos 90 que nunca usou os adesivos que vinham no caderno. Admito que era dessa turma: ficava aguardando o momento certo, a página especial ... no fim nunca chegou e por esses dias vi cadernos antigos com adesivos intactos.
Tayara B. Tomio
Publicado em 23/08/2020
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Sobre manter o desejo
Muitas vezes recebo mensagens com perguntas do tipo “Queria tanto, mas perdi o interesse; Só porque não posso, agora eu quero; Queria tal coisa mas sou preguiçoso; etc”. Bom, todos nós passamos por isso.
Sobre a montagem perversa
Em 1963, Hannah Arendt publicou a obra Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. O que ela pretendia que fosse uma mera exposição do julgamento do nazista Adolf K. Eichmann em Jerusalém, converteu-se em uma imensa controvérsia política e moral, a qual acabou por definir a produção filosófica da autora até sua morte, em 1975.